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Amor, sexo e outras coisas de que as princesas não falam.


Cinco meses. Passaram cinco meses.

O silêncio quem o quebrou fui eu, e quem o instaurou novamente também fui eu. Parecia-me inconcebível que depois de três anos de cumplicidade se conseguissem passar cinco meses sem cruzar caminhos, olhares ou palavras que não amargas.

Tentei manter a cordialidade, a meio do caminho pensei que já tinha feito o luto, mas esquecer uma pessoa é uma coisa, e vê-la seguir em frente é outra.

 

Mais uma vez respirei fundo, ri-me de mim própria e cortei-o pela raiz. Até agora o amor não me tinha corrido mal. Senti-me estúpida. É tão fácil dar tudo no amor que nos esquecemos de receber. Quando recebemos o inesperado é como se nos passassem um atestado de burrice.

 

“Não consigo ser só teu amigo. Não consigo deixar de te ver como minha namorada.” Palavras que ecoam na minha cabeça e que fazem ricochete com outras que contradizem “Não consigo olhar para ti na cara, não consigo ter uma conversa contigo.”

 

Vesti a atitude. Desisti de lutar e ironicamente foi aí que comecei a ganhar. Troquei o amor pelo sexo. Já que o primeiro está tão desvalorizado quanto o segundo, para quê darmo-nos ao trabalho?

 

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